Através da análise atenta de uma forma, observamos que ela é composta por várias partes que a suportam e mantêm o seu equilíbrio. A estes elementos chamamos estrutura. São, por assim dizer, o esqueleto da forma.
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Por exemplo, o esqueleto humano é composto por vários ossos (partes), organizados e ligados entre si. É ele que suporta os músculos que dão forma ao nosso corpo e também suporta o nosso peso.

Podemos então afirmar que o esqueleto é a estrutura do nosso corpo.

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ESTRUTURAS NATURAIS

A natureza oferece-nos muitos exemplos de estruturas naturais.

Se observarmos uma folha verificamos que no interior ela é composta por nervuras que suportam a sua forma.

 


Folha de uma palmeira

 
Nervuras de uma folha


Estrutura de uma árvore

 

 
Esqueleto de um morcego

Peixe
 
Teia de aranha
     

Estrutura do vírus da gripe
 
DNA humano

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ESTRUTURAS ARTIFICIAIS

Também o Homem, inspirado nas estruturas naturais, tem criado estruturas que ajudam a suportar as formas que cria – estruturas artificiais. Para garantir a sua estabilidade, resistência e durabilidade, recorre a diferentes materiais de construção.
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Ponte 25 de Abril

 

 

Imaginem se a Ponte 25 de Abril tivesse sido construída em madeira.

Teria ela suportado o seu próprio peso?

Teria ela resistido tantos anos, ao sol e à chuva?


Estrutura de uma casa de índios americanos (Séc.XIX)

 

 


Estrutura de uma habitação moderna

 


Estrutura de um barco em madeira

 

 


Ponte em madeira

 


Guarda-sol de jardim

 

 


Torre Vasco da Gama

 


Interior de uma viola

 

 


Estrutura metálica de uma montanha russa

 

Com os avanços tecnológicos dos últimos anos e a grande diversidade de software informático na área do desenho, hoje em dia, também é possível criar, digitalmente, estruturas . Vejamos estes dois exemplos:
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ESTRUTURAS MODULARES

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No dia-a-dia, para onde quer que olhamos, é fácil vermos estruturas compostas pela repetição organizada de um ou mais elementos. A este conjunto de elementos chamamos de estrutura modular ou modulada.
A cada elemento repetido chamamos módulo. Ao conjunto final chamamos padrão.
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Por exemplo, numa colmeia, os favos de mel formam um padrão composto pelos alvéolos (módulos hexagonais).

 

 
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  O mesmo acontece com um telhado. A repetição das telhas (módulos) formam um padrão.

BIBLIOGRAFIA:

- ELIZABETE, Isabel, HERBERTO, Luís e RIBEIRO, Maria, EVT – Livro do Professor, Constância, 2000

- CAPTIVO, Helena, EVT 5/6, Areal Editores, 2004

 

 

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